
28 de jun. de 2010
O Belo é básico

19 de jun. de 2010
Modelo Básico
Se der tempo, vou fazer para este inverno! Espero que gostem da dica, que apesar de simples, sempre cai bem.


14 de jun. de 2010
O encontro do tricô
O tricô ficou sem fronteiras em Curitiba nos dias 3, 4, 5 e 6 de junho de 2010. Lá estavam o berço de mulheres que unidas encontraram-se não somente pela rede, mas teciam agora papos in loco, onde estavam guardadinhos com enorme expectativa.
Ô...orgulho de poder estar entres elas! Conheci pessoas maravilhosas, afetivas e unicamente alegres! Fazia tempo que não me divertia tanto, num grupo tão especial que faço parte.
Grupo de tricoteiras? Mas tricô ainda se faz? Sim!! Se faz e se compartilha mais do que nunca.
Agora temos todas as técnicas, os vídeos, os sites que nos auxiliam os encontros repletos de discussões de idéias, de aprendizagens, de fotos, de risadas e principalmente de prova de laços de grandes e fortes amizades!
Um grande beijo a todas as amigas presentes que saborearam dos belos dias em Curitiba.
8 de jun. de 2010
Estas amáveis ovelhinhas




23 de mai. de 2010
Blusas e casaquinho






14 de mai. de 2010
Eu assumo!
Eu assumo que tricoto com fios baratinhos, que custam R$= 1,99, ou até menos dependendo da promoção da loja. Os fios Mollet http://www.circulo.com.br/mollet-40gr.html, Família 9 de mai. de 2010
O Maternês no Tricotar

2 de mai. de 2010
Os Pontos e seus nomes
Mas existem nomes de pontos bem curiosos e são batizados de acordo com o motivo que eles acabam tendo, na medida que vamos tecendo.
Por exemplo o ponto Jersey, pode ser tanto o ponto Meia (direito), quanto o ponto Tricô (avesso), tem tricoteiras que conhecem como ponto Musgo - já dizia a tricoteira de mão cheia Vera Macedo. Quem não conhece o ponto Pipoca? Também conhecido por ponto Astracan e definido por Rosas de Portugal.



Ponto Rio Simples é conhecido também por Riviera; O ponto Chocalhos: Campainhas; Ponto As Ondas: As Vagas; Ponto Pingentes: Borlas; Ponto de Palmas: Velas; Ponto Encaniçado: Grade; Ponto Grinalda Canelado: muito semelhante ao Ponto Corda de Furinhos; Ponto Cevada: Peneira.
Estes pontos seguem os que estão disponíveis no 1300 Pontos que podem ser encontrados no Blog Pequenos Pontos da tricoteira Olivia http://pequenospontos.blogspot.com/2009/02/livro-de-trico.html
Outra fonte pesquisada onde estes pontos foram encontrados, está o livro de 1957, editado em Portugal O Método de Fazer Malhas de Fernando Baptista de Oliveira, que traz versões do tricô à mão e à máquina. É uma edição antiga que consegui comprar pela Estante Virtual http://www.estantevirtual.com.br/ . Esta é uma boa dica para quem está a procura de algumas raridades de tricô, entre revistas e livros.
21 de abr. de 2010
Macaca Tricoteira

11 de abr. de 2010
Tarde Manufacturada
Lembro das idéias do psicanalista Donald Winnicott (1975), sobre o conceito de Espaço Potencial, sendo um campo de ação que vai além do externo e do interno, onde a pessoa não se restringe a um único significado, mas está inscrita num processo dinâmico onde a condição humana segue seu curso com intensa plasticidade de desenvolver-se e de evoluir.
Portanto, novas significações emergem na medida em que novas formas de configurações de viver e interagir surgem no sujeito, e onde o tempo e a forma destas interações são, agentes de mudança e de transformação. Falo no tempo, porque este nos transforma e nos traz condições de criar, de resignificar e isto é algo inesgotável...
Isto evidencia que as idéias da menina Ana, que aprendeu a tricotar quando tinha 10 anos ganha espaço em potencial na sua vida.
Este espaço atualizado por Ana Lúcia é um atelier seu, construído por suas idéias, lãs e fios de seda, onde trama belas peças no seu Tear de Pente Liço, que lembrou muito aquele de Anna Freud que permanece ainda exposto no Museo em Londres... http://www.20thcenturylondon.org.uk/server.php?show=conObject.10421&from_cat=79 Vejam só que bela coincidência?
Ana Lúcia Duarte, a Lulua despertou e deixou-se guiar pelas agulhas, inventado moda (literalmente) e cada vez mais libertando a tricoteira de sempre que estava a tempos internalizada. Só faltava uma oportunidade e esta chegou em definitivo e com muita força.
A tarde de quinta feira foi Manufacturada http://www.manufacturado.com.br/ . Falamos de tricô, de técnicas, de pontos e texturas, de fios, de Psicanálise, regados a um belo cafezinho e boas risadas. Lulua sucessos mil, nesta tua nova trajetória...nem tão nova assim, talvez mais antiga do que a Psicologia, a Psicanálise e o do lecionar na tua vida.
Grande beijo!
A foto mostra uma das peças feitas por Lulua Duarte, confeccionada em Tear de Pente Liço e Fios de Seda.
31 de mar. de 2010
De olho (literalmente) no Tricô
E quando achamos aquela peça de tricô à mão, mas sem receita...(e sabe-se lá onde ela está) e nos apaixonamos pela peça e ficamos com uma enorme vontade de tricotá-la? Nos deparamos com um sentimento (nem que seja por alguns instantes) de frustração, por não ter a receita prontinha e certinha....Então, qual é o recurso que nos resta? O olho na foto da receita; a noção dos números de pontos utilizados; a amostra se o que olhamos se confirma e a coragem de começar a tricotar...no ponto e no olho!
Com o tempo, vamos corrigindo receitas erradas só no olhar. Com o tempo fazemos uma peça inteira só com o olhar... A blusa acima é um exemplo de uma receita que não tenho, mas que pode ser bem observada de pertinho e ser tricotada traquilamente.
Olhos de lince, fazemos um Lace. Então, olho vivo no tricô!
25 de mar. de 2010
Armadilhas das receitas

- Faça amostras sempre antes de começar a peça;
- Veja se o fio sugerido na receita é realmente o que corresponde ao tamanho da amostra - Carreiras e número de pontos a serem montados;
- Olhe detalhadamente a foto da peça que deseja tricotar;
- Invente em cima da receita, sempre. Dê o seu próprio toque o seu estilo;
- Se a receita lhe parecer estranha, busque outros recursos. A ajuda de outras tricoteiras são fundamentais, trocando opiniões sobre o modo de confeccionar;
- E lembre-se: UMA RECEITA ERRADA, NUNCA DARÁ CERTO, POR MAIS QUE VOCÊ DESMANCHE...
- Não se prenda e não insista nas receitas que estão erradas, pois não é você que não está sabendo tricotar;
- A Criatividade vale mais do que mil receitas!
A imagem é meramente ilustrativa...(com esta, vou até conferir se está certinha).
24 de mar. de 2010
Na Páscoa: Tricô
Uma sugestão para enfeitar a sua Páscoa encontrei disponível em:

21 de mar. de 2010
Inspirações para o outuno



Belos modelos? As receitas estão em *http://picasaweb.google.com/Barbaraknitting/Phildar026#
* Sob responsabilidade de seus divulgadores - álbum público do Picasa.
19 de mar. de 2010
O que nos diz uma sábia tricoteira?
Eis que surgiu em minha teia de pensamentos o nome de Bia Medina.
Bia Medina é uma pessoa muito respeitada no meio da arte de tricotar da qual , gostaria de reservar um espaço em destaque.
Gostaria muito de saber algumas idéias de Bia, com relação ao tricô. Fiz algumas perguntas e ela me respondeu com muita gentileza e objetividade.
1) Como percebe o tricô hoje? Que espaço ocupa quem faz esta arte?
1. Percebo que o tricô vem perdendo a imagem preconceituosa de "coisa
de velhinha" para ocupar um espaço maior - como terapia, como
passatempo e como forma de expressão artística (talvez mais no
exterior do que no Brasil). Já o espaço das tricoteiras ainda é
pequeno, quando olhamos a sociedade e a economia brasileiras como um
todo. Tradicionalmente, na nossa fonte cultural portuguesa, o crochê e
o bordado têm mais importância do que o tricô como ocupação feminina,
ao contrário do que acontece, por exemplo, na Grã-Bretanha. Além
disso, aqui no Brasil o trabalho manual é pouco valorizado; devido à
nossa história escravista, tudo que envolva trabalho com as mãos é
considerado serviço menor, coisa de escravo, de servo, de pobre. Mas
isso está mudando, o que é muito bom.
2. O que não pode faltar? Fio e agulhas. Ah, também é bom que não
falte criatividade, senão o tricô fica muito monótono: só copiar é
muito chato.
3. O bom é que pode ser as duas coisas, né? É uma ótima ocupação
meditativa quando se está sozinho, mas também é maravilhoso tricotar
em grupo. A internet permitiu o contato entre tricoteiras antes
absolutamente isoladas. Nunca me esqueço da alegria que senti quando
encontrei a minha primeira lista de crochê, em 1998, ou a primeira
lista de tricô em que me senti bem acolhida, em 2007; a partir daí,
pude falar das coisas que me apaixonam com pessoas que entendiam do
que eu estava falando.
4. Ah, isso de in e out não é comigo. Eu diria que é in fazer o que se
gosta e que é out ter medo do que os outros vão dizer.

*E em homenagem à Bia Medina, aqui está uma imagem que remete aos doces momentos das lições de crochê com sua avó, sendo observada pela atenta neta aprendiz.
17 de fev. de 2010
Às muitas tricoteiras
Com o tempo, vamos identificando no pessoal que tricota algumas características. Esta arte nos trouxe acessórios diferenciados que não encontramos mais nos baús de novelos. Em compensação, não achamos mais as relíquias que antes existiam.
Há tricoteiras de vários níveis, que depende do acúmulo de experiências e formas muito particulares de tricotar. Sempre tem alguém que sabe um toque a mais e fornece boas dicas bem na hora que precisamos - depois que a gente já quebrou a cabeça fazendo e refazendo muitas vezes os pontos da receita.
- Tricoteira Ansiosa: sabe aquele ponto que não aprendemos nunca e que parece que a receita "trava"? A ansiedade toma conta quando olhamos as "300" peças que queremos tricotar. O tricô acaba ficando desorganizado e aquela agulha que precisamos bem naquela hora...simplesmente sobe. Não só o fio fica enrolado, mas a própria que tricota. A dica é dar uma volta e um tempo para as agulhas, e depois voltar mais tranquila e remotar os pontos.
- Tricoteira Modernoza: está sempre de olho nos acessórios importados que surgem no Knit World. Além de serem mimos para um bom tricô, são dotados de utilidade que facilitam o manejo do tricotar e auxiliam nas técnicas. São contadores e seguradores de pontos, agulhas circulares intercambiais e muitos outros acessórios que encantam as tricoteiras brasileiras. Mas enfrentamos ainda o acesso, o preço, os impostos de importação e muitas vezes ficamos só na vontade de uma bela agulha circular de niquel.
- Tricoteira Fashion: Fios, lãs e texturas são as suas manias para experimentar modelos e novas idéias. Receitas e inventos com estilo e bom gosto, estão inspirados no que ditam as marcas famosas nos desfiles da estação e as novas tendências. Modelos diferenciados realmente fazem a sua cabeça e possui um estilo arrojado de tricotar e de criar suas peças.
Tricoteira Clássica: Longe de chamá-la de velhinha tricoteira, que ficava sentadinha na cadeira de balanço fazendo tricô para todos da família. O estereótipo de quem não tem mais o que fazer e só faz tricô, já era! As tricoteiras clássicas possuem sim os seus manuais eternos de pontos, suas receitas que nunca saem de moda e seu baú de experiências que trazem de anos. Prontas estão elas para dividir com as novatas o que sabem. Hoje estão em pleno contato com a tecnologia, com seus blogs, Raverly e tudo que o bom e o velho tricô lhes proporciona.




Tricoteira Relax: Faz o seu tricozinho numa boa. Vai aprendendo aos poucos a dar seus pontos mais elaborados e se diverte quando faz o seu cachecol em Fios de Tricô. Faz seu o Knit Basic e está aberta a fazer gorros e polainas. A pressa e a obrigação não fazem parte do seu tricotar. Faz o estilo de tricotar o básico e o essencial.

Tricoteira Persistente: Namora aquela receita há anos e finalmente chega aquele inverno que vai sair a peça! Insiste, persiste, erra, desmancha, aumenta, diminiu, muda o fio, faz amostras, monta pontos (de 20 para 30, e resolve deixar só 25 pontos na montagem), muda o ponto, a receita, a cor, o tamanho da agulha...Mas é admirável a sua capacidade de tentativas e o seu poder de "ensaio e erro" para que o seu tricô saia na linha! Avante! Tudo isto pela arte! E no final admira-se com o que cria!

Como comentei, em algum momento da nossa trajetória como tricoteiras, nos vemos nestas situações. Eu mesmo lembro que foram muitas as vezes, que me senti ansiosa por não conseguir terminar projetos pendentes e por não saber fazer um ponto ou outro. Ou até mesmo, morrendo de vontade de ter todos os acessórios e mimos tricoteiros que fazem o tricotar ficar caprichado, afinal merecemos. Amamos esta arte e fazê-la é um prazer muito grande. Que bom que sei fazer tricô, nem que seja alguns pontos e peças básicas. O importante mesmo é dar o seu próprio estilo aos pontos, sempre acrescentando à nossa forma particular neste universo tão grande que é o tricô!
8 de fev. de 2010
Que estilo ganharam as tricoteiras?

- Compartilhe o que você sabe, pois só assim o tricô permancerá;
- Procure ser criativo, se não há no Brasil algum produto que gostou e que lhe será útil invente, pois brasileira sabe fazer isto muito bem;
- Não se sinta obrigada a saber receitas importadas, tem sempre uma amiga tricoteira a lhe ajudar;
- Tenha o seu próprio estilo de tricotar, padronizações limitam a sua criatividade.
- E se você só sabe fazer cachecol, você já é uma tricoteira!
31 de jan. de 2010
Espaço Tear

Não é só o tricô que trama-se nesta Teia. O tear também aqui tem o seu espaço. O Tear de Pente Liço é um tipo de arte que nos impressiona pela sua simplicidade de confecção e pelo seu belo efeito! Pode-se fazer peças delicadas e exclusivas, com fios e tramas que ninguém terá, pois nunca um cachecol fica igual ao outro. Linhas finas podem ser usadas para lenços no verão e os fios de lãs, das mais variadas texturas, podem tramar a moda de palas e cachecóis, com muito charme em tempos frios. Então para a próxima coleção outono-inverno, quem sabe você não começe a tramar mais esta arte? 27 de jan. de 2010
Tutoriais da Drops Design

20 de jan. de 2010
Considerações sobre o Tricotar
Sempre dou uma passada para conferir o que tem nos blogs tricoteiros por ai e a última postagem da Grace Burns do http://www.astramasdemilady.blospot.com/me chamou muito a atenção.
Concordo plenamente com as palavras usadas pela Grace para definir o fazer-aprender-sentir o tricô. Tricotar é um verbo amplo. Teia-se, uni-se, cria-se e amplia-se redes.
Vou chamar de os Dez Mandamentos sobre o Tricô, que foram bem definidos por ela. Me identifiquei muito com a forma descrita sobre o saborear o tricô, como algo prazeiroso, simples e práxi terapêutico... Um tricô catártico*¹, como poderia assim considerar Anna Freud*², enquanto tricotava e ouvia seus pacientes no divã, regados pela escuta psicanalítica e sua Atenção Flutuante*³.
Assim diz Grace nas suas palavras à la Milady, confiram no Post:
http://astramasdemilady.blogspot.com/2010/01/recomecar-e-preciso.html

